Esse é um blog criado para narrar as últimas etapas do planejamento e as aventuras da viagem da família Vigato pela Itália. Seremos 17 brasileiros perdidos pelas ruelas e monumentos italianos...
Roteiro da Viagem
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6 de mai. de 2011
Roma - 6 de maio
Hoje, em meio a uma greve do transporte publico, aproveitaremos as ultimas horinhas de Roma e seguiremos de trem para Florenca.
Roma - 5 de maio
Hoje nosso grupo resolveu se dividir em dois: o primeiro decidiu percorrer Roma por meio dos ônibus turísticos, o que é uma boa alternativa para se ter uma visão global, e escolher os locais favoritos para percorrer a pe. O segundo grupo, Rafael, Fernanda, Luiz e Yayá, decidiu percorrer as ruas da Roma Antiga. Assim, hoje temos dois relatos, e aqui vai o nosso:
Pela manhã após o café (um baita copo de cappuccino com sanduiche de salame milano com queijo emental - viva a Italia!), saímos para nossa jornada.
Da estação Cavour fomos de metrô até a estação Circo Máximo, e de lá até as Termas de Caracalla. E impressionante o tamanho das termas. Depois, com medo da fila do Palatino, pegamos uma ainda maior no Coliseu - sob aquela estrutura monstruosa, ja nos imaginavamos na fila para assistir a uma luta de gladiadores (que, a proposito, estavam na porta disponiveis para fotos). De la, seguimos para o Palatino, onde procuramos por todo o lado a Casa de Augusto (acho que ele se mudou e nao avisou...) e o Foro Romano.
Depois de toda essa caminhada, parte do grupo se cansou de ver "desabamentos" e seguimos Rafael e eu para um pequeno percurso a pe.
Do hotel, caminhamos pela via dei fori imperiale, apreciando a vista do foro romano, mercado de Traiano, piazza venezia. Depois um belo passeio pelas deliciosas ruelas romanas ate o Pantheon (que nos fez prender a respiracao de deslumbre). Aproveitamos para conhecer a Santa Maria Sopra Minerva - por fora, voce nao da nada por ela, mas por dentro, e uma autentica igreja gotica - e seu fofo obelisco de elefante.
A partir dai, flanamos, passando pela Piazza Navona, Campo di Fiori, margem do rio Tibre (nao tivemos forcas para conhecer a Isola Tiberina), Teatro de Marcelo. Fechamos nosso passeio no Campidoglio, com um queijo pecorino e maçãs, tentando achar o bendito do formato do trapézio da piazza projetada pelo Michelangelo.
Depois de toda essa caminhada, parte do grupo se cansou de ver "desabamentos" e seguimos Rafael e eu para um pequeno percurso a pe.
Do hotel, caminhamos pela via dei fori imperiale, apreciando a vista do foro romano, mercado de Traiano, piazza venezia. Depois um belo passeio pelas deliciosas ruelas romanas ate o Pantheon (que nos fez prender a respiracao de deslumbre). Aproveitamos para conhecer a Santa Maria Sopra Minerva - por fora, voce nao da nada por ela, mas por dentro, e uma autentica igreja gotica - e seu fofo obelisco de elefante.
A partir dai, flanamos, passando pela Piazza Navona, Campo di Fiori, margem do rio Tibre (nao tivemos forcas para conhecer a Isola Tiberina), Teatro de Marcelo. Fechamos nosso passeio no Campidoglio, com um queijo pecorino e maçãs, tentando achar o bendito do formato do trapézio da piazza projetada pelo Michelangelo.
Bem, ao final nossas pernas pareciam ter decorado o caminho do hotel, já que não tínhamos mais a noção de distância.
Toscana e Florença que nos aguardem!
4 de mai. de 2011
De BH para Roma
Todos nós nos encontramos em Confins por volta das 20h. Logo no check in já nos informaram que o vôo atrasaria cerca de 30 minutos – tudo bem, tínhamos mais de duas horas em Lisboa para a conexão. Numa sala lotada, aguardamos nosso embarque, que ocorreu com um pouco de atraso, mas nada que não pudesse ser compensado no ar.
Depois de oito horas de cochilos entrecortados nas “espaçosas” poltronas de avião, finalmente pousamos em Lisboa por volta do meio-dia (horário local). Cintos desafivelados, bolsas na mão e ... estávamos presos no avião. Por algum problema no finger (ou manga, como dizem nossos amigos lusos) a porta não poderia ser aberta. Meia hora depois, descíamos pelas escadas colocadas na porta traseira do avião (a partir daí perdi a conta de quantas vezes ouvi “os últimos serão os primeiros”).
No aeroporto de Lisboa, ficamos espantados com as mudanças sofridas desde 2008. Além do imenso free shop (que já existia) a sala de embarque possui um centro de compras, com muitas lojas e praça de alimentação. Teve gente que até se perdeu por lá...
Depois de nos acomodarmos no avião, o piloto muito educadamente nos informou que a torre não havia autorizado nossa decolagem em virtude de acúmulo de tráfego aéreo em Roma. Mais quarenta minutos de paciência.
Depois disso, levantamos vôo para Roma cheios de ansiedades e expectativas para, finalmente conhecer a cidade eterna.
Nossa primeira noite em Roma foi regada a vinho da casa e pasta, claro!
Depois de oito horas de cochilos entrecortados nas “espaçosas” poltronas de avião, finalmente pousamos em Lisboa por volta do meio-dia (horário local). Cintos desafivelados, bolsas na mão e ... estávamos presos no avião. Por algum problema no finger (ou manga, como dizem nossos amigos lusos) a porta não poderia ser aberta. Meia hora depois, descíamos pelas escadas colocadas na porta traseira do avião (a partir daí perdi a conta de quantas vezes ouvi “os últimos serão os primeiros”).
No aeroporto de Lisboa, ficamos espantados com as mudanças sofridas desde 2008. Além do imenso free shop (que já existia) a sala de embarque possui um centro de compras, com muitas lojas e praça de alimentação. Teve gente que até se perdeu por lá...
Depois de nos acomodarmos no avião, o piloto muito educadamente nos informou que a torre não havia autorizado nossa decolagem em virtude de acúmulo de tráfego aéreo em Roma. Mais quarenta minutos de paciência.
Depois disso, levantamos vôo para Roma cheios de ansiedades e expectativas para, finalmente conhecer a cidade eterna.
Nossa primeira noite em Roma foi regada a vinho da casa e pasta, claro!
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